CATEQUESES


CATEQUESE: BATISMO
São Cirilo de Jerusalém, Catequeses Mistagógicas.

     “Depois disto fostes conduzidos pela mão à santa piscina do divino batismo, como Cristo da cruz ao sepulcro que está à vossa frente. E cada qual foi perguntado se cria no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. E fizestes a profissão salutar, e fostes imersos três vezes na água e em seguida emergistes, significando também com isto, simbolicamente, o sepultamento de três dias de Cristo. E assim como nosso Salvador passou três dias e três noites no coração da terra , do mesmo modo vós, com a primeira imersão, imitastes o primeiro dia de Cristo na terra, e com a imersão, a noite. Como aquele que está na noite nada enxerga e ao contrário o que está no dia tudo enxerga na luz, assim vós na imersão, como na noite, nada enxergastes; mas na emersão, de novo vos encontrastes no dia. E no mesmo momento morrestes e nascestes. Esta água salutar tanto foi vosso sepulcro como vossa mãe. E o que Salomão disse em outras circunstâncias, sem dúvida, pode ser adaptado a vós:«Há tempo para nascer, e tempo para morrer». Mas para vós foi o inverso: tempo para morrer, e tempo para nascer. Um só tempo produziu ambos os efeitos e o vosso nascimento ocorre com vossa morte”.


CATEQUESE: EUCARISTÍA
Santo Ambrósio, sobre os sacramentos, Livro V, II, 8.

   Ontem, o nosso sermão e instrução chegou até os sacramentos do santo altar e soubemos que a figura desses sacramentos foi anterior a Abraão, quando o santo Melquisedec, “que não tem início de dias, nem fim”, ofereceu um sacrifício. Ouve, ó homem, aquilo que o apóstolo Paulo diz aos hebreus. Onde estão aqueles que dizem que o Filho de Deus é temporal? Foi dito que Melquisedec não tem início de dias, nem fim. Se Melquisedec não tem início de dias (Hb 7,3), pode Cristo tê-lo? A figura não é mais do que a realidade. Vês, portanto, que ele é o “primeiro e o último” (Ap 1,17); primeiro, porque é o criador de tudo; último não porque terá fim, mas porque completa tudo.

   Dissemos que o cálice e o pão têm lugar sobre o altar. O que se coloca no cálice? Vinho. E o que mais? Água. Tu, porém, me dizes: “Como assim? Melquisedec ofereceu pão e vinho. O que significa a mistura de água?” Ouve o motivo.Antes de tudo, a figura que a precedeu, no tempo de Moisés, o que contém? Como o povo dos judeus tivesse sede e murmurasse porque não podia encontrar água, Deus ordenou a Moises que tocasse a rocha com a vara. Tocou a rocha e a rocha jorrou a corrente abundante, tal como o apóstolo diz: “eles bebiam da rocha que o acompanhava, ora, a rocha era Cristo” (1 Cor 10,4). Não uma rocha imóvel, pois ela acompanhava o povo. Bebe também tu, para que Cristo te acompanhe. Vê o mistério! Moisés, isto é: um profeta; com a vara, isto é: com a palavra de Deus, a água flui e o povo de Deus bebe. O sacerdote, portanto, toca o cálice, a água extravasa no cálice, jorra para a vida eterna (Jo 4,14), e o povo de Deus obteve a graça bebe.

   Aprendeste, portanto, isso. Escuta também outra coisa. No tempo da paixão do Senhor, como o grande sábado se aproximasse, porque o nosso Senhor Jesus Cristo ainda vivia e também os ladrões, foram enviados pessoas para os ferirem. Ao chegar, encontraram nosso Senhor Jesus Cristo morto. Então um dos soldados atingiu o lado dele com a lança e do seu lado saiu água e sangue (Jo 19, 31-34). Po que água? Por que sangue? Água para purificar, sangue para redimir. Por que do lado? Porque onde há culpa, aí também há graça. Culpa veio pela mulher, a graça por nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 1, 17). Tu te aproximaste do altar. O Senhor Jesus chama a ti, ou a tua alma ou tua Igreja e diz: “Que ele me beije com beijos de sua boca” (Ct 1,1). Queres aplicar isso a Cristo? Nada mais agradável. Queres aplicar a tua alma? Nada mais doce. Que ele me beije. Ele vê que és puro de todo o pecado, porque tuas faltas foram lavadas. Por isso, te julga digno dos sacramentos celestes e, por isso, te convida para o celeste convívio: Que Ele me beije com beijos de sua boca. Entretanto, pelo que segue, tua alma ou condição humana ou a Igreja, vendo-se purificada de todos os pecados e digna de poder se aproximar do altar de Cristo (Ct 4,7) – o que de fato, o altar de Cristo senão imagem do corpo de Cristo? – vê os admiráveis sacramentos e diz: “Que me beije com beijos de sua boca”, isto é, que o Cristo me dê um beijo.

   Por quê? “Porque os teus seios são melhores do que o vinho” (Ct 1,1), isto é: teus pensamentos, teus sacramentos são melhores do que o vinho, daquele vinho que, embora tenha suavidade, tenha alegria, tenha gosto agradável, no entanto há nele uma alegria deste mundo, enquanto em ti há alegria espiritual. De fato, Salomão já representa as núpcias, seja de Cristo com a Igreja, seja do espírito com a carne, seja do espírito com a alma. E acrescenta: “Teu nome é um perfume que escorre; por isso, as donzelas te amaram” (Ct 1,2). Quem são essas donzelas, senão todas as almas que depuseram a velhice deste corpo, renovada pelo Espírito Santo? Portanto, te aproximaste do altar, recebeste o corpo de Cristo. Escuta de novo quais sacramentos recebeste. Ouve o que diz o santo Davi. Ele previa no Espírito estes mistérios, alegrava-se e dizia que nada lhe faltava. Por quê? Porque quem recebe o corpo de Cristo jamais passará fome (Jo 6,35). Quantas vezes ouviste o salmo 22 e não entedeste. Vê como ele se aplica bem aos celestes sacramentos.“O Senhor me apascenta e nada me faltará. Ele me colocou em um lugar de pastagem. Ele me conduziu junto à água que me reconforta, ele converteu a minha alma. Mesmo que eu caminhe na sombra da morte, não temerei os males, porque estás comigo. O Teu cetro e o teu cajado me sustentam”. O cetro é o poder, o cajado é o sofrimento, isto é, a eterna divindade de Cristo, mas também o seu sofrimento corporal; aquela criou, este redimiu. “Preparaste uma mesa diante de mim contra aqueles que me atribulam. Ungiste a minha cabeça com óleo e o teu corpo inebriante, que é excelente” (Sl 22. 1-5).

   Vós se aproximastes do altar, recebestes a graça de Cristo, obtivestes os sacramentos celestes. A Igreja se alegra com a redenção de muitos e se rejubila com exultação espiritual por ter junto a si uma família vestida de branco. Encontras isso no Cântico dos cânticos. Ela, que se alegrou, invoca Cristo, tendo preparado um banquete que parece digno de festim celeste. Por isso, diz: “Que meu irmão desça ao seu jardim e colha os frutos de suas árvores” (Ct 5,1). O que são árvores frutíferas? Em Adão, tu te transformaste em lenho seco, mas agora, pela graça de Cristo, estais cheios de árvores frutíferas. O Senhor aceitou a boa vontade e respondeu à sua Igreja com bondade celeste: “Desci ao meu jardim, colhi mirra com meus perfumes, comi meu pão com meu mel, bebi o meu vinho com o meu leite”. Ele diz: “Comei, meus irmãos, e inebriai-vos” (Ct 5,1)Colhi mirra com meus perfumes. O que esta vindima? Procurai conhecer a vinha e conhecereis a vindima. Ele diz: ”Transplantaste do Egito a minha vinha” (Sl 79,9), isto é, povo de Deus. Vós sois a vinha, vós sois a vindima; plantados como vinha, destes frutos como uma vindima. Colhi mirra com meus perfumes, isto é, no odor que recebestes.

   Comi meu pão com meu mel. Vês que nesse pão não há nenhuma amargura, mas é todo doçura. Bebi o meu vinho com o meu leite. Vê que se trata de uma alegria que não foi contaminada pelas sujeiras de nenhum pecado. Assim, todas as vezes que bebes, recebes a remissão dos pecados e te inebrias no Espírito. Por isso, o apóstolo também diz: “Não vos inebriais com o vinho, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5,18). Quem embriaga com o vinho tropeça e titubeia: quem inebria com o Espírito está enraizado em Cristo. É, portanto, uma excelente embriaguez que se realiza na sobriedade da mente. São essas coisas sobre os sacramentos que expusemos brevemente.


CATEQUESE: SALMISTA
II convivência de cantores. Madri, março 1978. Kiko Argüello.

Este serviço é muito importante na comunidade. Que missão tem o salmista na comunidade? Ajudar aos de fé mais débil, a música acompanha e serve a este acompanhar a palavra. O canto é um sacramento (sinal visível), é uma forma pelo qual a comunidade diz a Deus mediante aos sinais, que a Palavra proclamada foi fecundada, que foi cumprida sua missão no meio de nós.

Diz as Escrituras que a Palavra de Deus é como a chuva que cai sobre a terra e sempre fecunda, nunca volta a Deus vazia. A resposta à palavra na assembléia é o canto. Sempre cantamos a Palavra de Deus, se a devolvemos, feito carne, feito canto, cantada numa voz.

Qual a missão da Palavra na comunidade? A Palavra cria a comunhão, a koinonía, o amor entre nós. Os amigos quando se passam bem, cantam juntos, não assim os inimigos. Alguma forma Palavra realiza nos colocando em comunhão. O canto cria a comunhão. Tem-se a missão de fazer da pluralidade a soma de personalidades individuais sem comunhão interior, a comunidade. O canto expressa o que se faz a Palavra em meio da pluralidade. A primeira expressão na comunidade, os primeiros agriões são os cantos, que pré anunciam que se começa a criar a comunhão. Quando se está em crise não se canta. Por isso, diga-me como canta a comunidade e te direi que o espírito tem. O cantor ajuda a comunidade a cantar, ensina os cantos. O salmista expressa que a comunidade nunca se subsiste sem Cristo que a fecunda, a perdoa, a conduz pelos caminhos que vão ao Pai. Ele está conosco, suscita catequistas, nos levam passo a passo.

A comunidade não pode cantar sem a sua cabeça. Cristo. O salmista representa Cristo; a comunidade responde ao salmista. Nenhum salmo se canta sem estar unido a Cristo.

Cantar é difícil, não porque haja que vocalizar etc., senão porque é difícil expressar o que se tem dentro, mostrar o conteúdo do Evangelho. Os convido a cantar na Verdade, que saia sempre do coração, para não serem sinais de vossos pecados. A Música não pode camuflar. Descobrir-se-á no caminho o serviço do salmista, importante e difícil. Como se forma um grande cantor? O cantor vai se formando conforme vive a sua fé. Fazer bons cantores é fazer pessoas que vivam o cristianismo. Conforme vive a sua fé, cresce sua possibilidade de dizer. Agora é preciso um mínimo de voz, mas o importante é que te sentes, porque não lhe apetece, se uma nota está sendo afetada, canta com carinho, canta enrolado. Na assembléia cristã não havia este ministério. O mais importante do canto é o que molda, a forma como dizer, o músico vem detrás ao serviço do Espírito. O Cantor é um instrumento ao serviço do espírito. Tenhamos a responsabilidade de que não se cante de qualquer forma, por isso há sempre que se aprender bem os cantos, cantá-los perto de nós os catequistas, já que o Senhor nos inspirou para abrir estes mistérios.









CATEQUESE: SINAIS LITÚRGICOS
 

CRUZ HASTEAL

Como se vê é o mundo redimido em Cristo e sobre o mundo está Nossa Senhora que é Mãe e Rainha.
Sobre Nossa Senhora está a Cruz de Cristo. Nesta cruz vemos Cristo que é morto e pregado pelos os nossos pecados. Os raios que emergem da Cruz, são como se fosse o Sol, ela é a Gloria de Deus na resurreição de Cristo. Representa, além disso, a serpente que Moisés alçou sua haste quando Israel estava no deserto, vítima da mordida da serpente. Quem olhava a serpente se salvava.


  SINAIS JUDAICOS
Como já dissemos nas celebrações do Caminho Neocatecumenal, não há símbolos de outras religiões. O candelabro com nove braços, não é nem o menorahhebraico (que tem sete braços), nem o chanukkiyah(que tem oito braços). Lembremos que o Chanukkiah tem uma forma diferente e simboliza o dia em que Simone Macabeu libertou Israel pagã da tirania do rei Antíoco epifania.

CANDELABRO DE 9 BRAÇOS


                                                                           MENORÁ

Como foi dito anteriormente o candelabro de nove braços, que não é a menorah porque há dois braços a mais. Estes dois braços representam a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, cumprimento da promessa messiânica. Enquanto este represente a fé católica que aguarda a Parusia com o retorno de Jesus. Este candelabro representa a Igreja que anuncia esperando a Parusia.

Essa tem 9 braços e representa a primeira Novena da Igreja em que Maria e os Apóstolos no Cenáculo depois da Ascenção aguardavam o dom do Espirito Santo, terminada a Novena o décimo dia desceu o Espírito sobre os Apóstolos. Se acende sobre o altar antes do início da Liturgia Eucarística no momento da troca da paz. Além disso, acendendo-o naquele momento representa a tenda do encontro de Jesus Cristo com a humanidade que é o próprio Sacramento da Eucaristia. Eis que eu estou convosco até o fim do mundo. Cristo está presente no Pão então a Liturgia Eucaristia é a própria e nova tenda do encontro com o Filho de Deus. No Velho Testamento a menorásimboliza, além disso, o banquete com o Rei Baldassar, filho de Nabucodonosor, durante o qual, apareceu uma mão em frente ao candelabro que escreveu palavras que somente Daniel leu. Este texto da Sagrada Escritura lendo-a a luz de Cristo representa o banquete escatológico que se aguarda na Vida Eterna enquanto celebrando o Memorial da Paixão-Morte-Ressurreição de Cristo. Com efeito, o Conselho de Trento diz que a Eucaristia é também uma promessa de banquete escatológico.


DISPOSIÇÃO DO SALÃO E SINAIS DA EUCARISTÍA

A estrutura do salão paroquial onde ocorre a Missa representa a Igreja como corpo místico de Cristo representado numa pequena comunidade. Obviamente com este termo não se pretende significar a Igreja hierárquica, mas o Corpo de Cristo. Como temos enfatizado Vaticano II (Constituição Sacrosantum Concilium) destacou a importância dos sinais litúrgicos. Por isso nas celebrações do Caminho se faz com o maior cuidado na preparação destes sinais tendo uma consciência de conhecer os seus valores pedagógicos.
Os sinais que mais se destacam são:

O Sacerdote

Ou melhor, mais correto chamá-lo de Presbítero (do grego presbyteros) enquanto age e celebra in persona Christi (na pessoa de Cristo) na força do Sacramento da Sagrada Ordem está presente Cristo Sacerdote. Por este motivo ousamos dizer que o Presbítero é a cabeça da Comunidade.

A estante ou Ambão

É o local do qual se proclama a Palavra de Deus. Pode se dizer que é a imagem da boca pela qual Deus fala para a assembleia por meio do Lecionário (livro que contém as leituras da Missa).

A cruz hasteal

Assim chamada porque é baseada numa haste. Fica ao lado da estante perto do lugar onde ele proclama a Palavra de Deus. Representa o Mistério Pascal que é a paixão, morte e ressurreição de Cristo. 

A mesa/ altar

Onde acontece o sacrifício de Cristo, não como memória, mas como um memorial da paixão-morte-ressurreição. É no meio do salão, porque representa o útero através da qual, com o Corpo e Sangue de Cristo, se gera a comunidade e através da qual se trata de uma fé adulta.

 Os tapetes

Recordamos a sala na qual Cristo institui a Santa Eucaristia (O Cenáculo).

Os cantores, em geral, se se localizam a esquerda do altar enquanto que a equipe que preparou a liturgia à direita. Os sinais são ordenados do seguinte modo: Cabeça (presbítero), boca (Ambão), útero (altar/mesa). Nestes sinais se vê o corpo de Cristo e representa a Igreja numa pequena comunidade.

O Nosso Senhor Jesus Cristo institui a Eucaristia pela nova Páscoa inaugurando a nova aliança. Sendo judeu O fez no contexto da Páscoa hebraica. Servindo-se dos sinais da liturgia pascal hebraica (em hebraico ser Pessach). Usou o Pão ázimos (em hebraico Hamez) e do cálice (hebraico Kadesh) previsto transformando-lhe e dando-lhe um novo significado. Transformando-lhe no seu Corpo e Sangue levando ao cumprimento a Páscoa hebraica e introduzindo a Páscoa crista. Nas catequeses iniciais se coloca muito em evidência a raiz do qual deriva a nossa Eucaristia, ou seja, a Páscoa hebraica.
 

ÍCONE DE CELEBRAÇÃO DA VIRGEM MARIA

O ícone da Virgem do caminho Neocatecumenal foi inspirado em outro ícone encontrado no mosteiro de Kikko na ilha de Chipre. Kiko o pintou em 1973, em Paris, do qual começou a partir de uma reprodução em preto e branco do ícone que ele havia visto num livro de ícones russo. A tradição diz que esse ícone da Virgem, também chamado Kikotissa, foi pintado a partir do apóstolo Lucas.Conta a história que Isaias, um monge que viveu nas montanhas de Troodos na ilha Chipre, foi procurado pelo imperador bizantino Alejo O Comneno (1081-1118) em razão de uma doença rara e incurável que sua filha que sofria. Isaias havia o tranquilizado dizendo que sua filha seria recuperada se caso construísse (sobre as montanhas de Troodos) um mosteiro e, em seguida, deu-lhe o ícone da Virgem Maria que possuía em sua residência.

Dessa forma, em 1100, foi iniciada a construção do mosteiro de Kikko e lá foi colocado o ícone da Virgem, enquanto a filha do imperador recuperava. É comum nos mosteiros ortodoxos cobrir com pano algo que é tenha teor sagrado. Por esta razão o ícone é encontrado coberto por um manto prateados.

Existem alguns ícones que têm o mesmo esquema de composição equitativo do estilo Kikkotissa. O mais conhecido é o quadro do pintor russo Simon Ushakov “Virgin Eleousa de Kikko".O que chama a atenção nesta imagem é que a Virgem e o Menino olham para a mesma direção.

Neste ícone a Virgem segura o filho, já crescido, nos braços. No rolo de pergaminho que está entregando, há uma passagem do texto de do Profeta Isaías que diz “O Espírito do Senhor está acima de mim, porque o Senhor tem me ungido. Ele enviou-me a dar a Boa Nova aos pobres homens (Is 61,1). O ícone da Virgem do Caminho não é tão grande como se supõe em algumas reproduções, mas pequena e pode ser contemplada em uma capela da Catedral de Almudena (Madri).